Professora é acusada de ameaçar menino de 17 anos, em Pelotas

Filosofar não é tão ruim assim

A Filosofia enquanto estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem, pode ser uma disciplina chata para alguns adolescentes que são movidos, basicamente, pelo efeito dos hormônios. Logo, o pensar e refletir não está entre suas prioridades principais. 

Me chamou a atenção uma história que ocorreu sexta-feira, 30 de março de 2012 na Escola Estadual de Ensino Médio Areal, popularmente conhecida como Ginásio do Areal, onde um aluno do terceiro ano do ensino médio, com 17 anos, conhecido pelas iniciais C. J. C. N. teria sido ameaçado e ofendido naquela manhã por uma professora de filosofia.

A versão da vítima

Segundo relato que um sósia da 'vítima', o internauta C. J. C. N. fez ao portal Terra:

a professora teria se exaltado em sala de aula depois que ele sugeriu que as eleições para representante de classe fossem feitas durante a aula. A professora teria chamado o adolescente de "insuportável", levando-o para a secretaria. Lá, a professora teria dito ao menino que tinha vontade de enforcá-lo, e que "iria atrás dele fora da escola", afirmou o estudante.
Convenhamos... não existe menino de 17 anos e muito menos professora de filosofia parruda o suficiente para esperar um marmanjo dessa idade no portão da escola.
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Infelizmente não achamos imagem de professora parruda

Seguindo o relato do 'de menor', ele apenas teria dado uma sugestão para que a eleição do representante de classe fosse feita na aula da professora e, do nada, a professora se estressou e saiu do controle. Assustado com o episódio, o menor entrou com um pedido de transferência e deve se matricular em um colégio particular. Isso claro depois de registrar um boletim de ocorrência denunciando a docente por ameaça e injúria bem como processar a escola e a professora.

Já para o coordenador regional, Círio Almeida: o estudante não tem histórico de comportamento agressivo, e a professora é tida como uma profissional querida na instituição. 

Conclusão

A vantagem de filosofarmos é que a verdade se torna mais cristalina. É nesse estado de espírito que formularemos perguntas como: “O que é a realidade em si mesma?”, “O que há por trás daquilo que vejo, ouço e toco?”, “Será que tudo o que acontece é sempre antecedido por causas?”, “O que é o certo e o errado?”, “Você não está mentindo?

Comentários

  1. Pelos comentários do terra dá a entender que ele saiu da escola por outros motivos.

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  2. Conheço o aluno em questão, já foi meu aluno. Estudava razoavelmente e tirava nota suficiente para ser aprovado. Mas adorava fazer um comentário fora de propósito, perguntar coisas sem noção para chamar a atenção e tumultuar a aula. Tinha sempre um comentário mordaz na ponta da língua. Era irritante e armava confusão e bagunça. Mas isso podemos dizer d 40% dos alunos de hoje. O fato acontecido é mesmo a cara dele,de uma formiga, ele apresentou um elefante. Que professor já não pediu silêncio? Que professor já não tirou um aluno de sala de aula por perturbar? Quantos professores já não perderam a paciência e disseram coisas que depois se arrependeram? Quantos já choraram por serem desrespeitados? O acontecido só mostra o quanto os alunos se acham no direito de nos desrespeitar e pressionar. O Estatuto da criança e do adolescente é usado por muitos jovens construírem o pensamento de que eles só têm direitos e que podem dizer qualquer coisa, inclusive mentiras, que não dá nada. Deviam criar o Estatuto do Professor garantindo que tivéssemos direito a um ambiente de trabalho que não atentasse contra nossa saúde física, mental e emocional.

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